
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Figuras d'Alhandra e da borda d'água

segunda-feira, 7 de junho de 2010
Estaleiros "Bacalhau"
Este serviço só está disponível ás segundas feiras de manhã, nos outros dias trabalha num clube local com as funções de "pau para toda a obra" e á segunda depois de almoço, ninguém está em condições de trabalhar.

segunda-feira, 10 de maio de 2010
Ás vezes... fico triste, prontes!
Considero-me uma pessoa viajada, desloco-me a clubes onde promovem a sã camaradagem e o convivio, outros promovem passeios passeios com os meninos do IPO do Porto e até alugam palhaços para dar uns momentos de alegria.
Depois deparo-me com uma ilha de incautos marinheiros e com uma nau á deriva á beira do tejo
atracada, onde se promovem a titulo gratuito os motins, o escárnio e o mal-dizer, umas vezes infundado e outras vezes mal-fundamentado, até posso dar o braço a torcer e dizer que lá no fundo, poderia haver uma réstia de razão, mas não, o modo como as coisas são feitas, deita logo tudo a perder, a razão perde-se, e quem acaba por perder são os incautos marinheiros da nau.
As coisas pioram quando pessoas em quem confiámos e embarcámos timidamente na nau, provocam os motins.
As atitudes ficam para quem as pratica, os cães ladram e a caravana passa, e o barrete serve apenas em quem o enfiar.
Lá vão dizer "lá tá ele a provocar", mas não, é tudo uma mera coincidência, tambem podem dizer que "metade dÁlhandra não gosta de ti", olha, temos pena, prefiro poucos mas bons, mas destes cada vez há menos.
In "Memórias de um tripulante"
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Não te deixarei morrer David Crockett (edição reeditada)
Este livro narra uma série de pequenos episódios, começando por aquele em que o David Crockett era emboscado por um grupo de índios, levava com um machado na cabeça, ficava inconsciente e era levado prisioneiro para o acampamento índio. Aí, dentro de uma tenda, havia uma índia muito bonita - uma «skaw», na literatura do Far-West - que cuidava dele, dia e noite,
molhando-lhe a testa com água, tratando das suas feridas e vigiando o seu coma. E, a certa
altura, ela murmurava para o seu prostrado e inconsciente guerreiro: «não te deixarei
morrer, David Crockett!
Como tal há alguns episódios pelos quais tenho passado, nomeadamente de sã camaradagem, que pelo simbolismo, insólito, ou espontaneadade, gostaria que não morressem no meu esquecimento, como tal, vou aqui retratar algumas das cenas dos últimos capítulos.
- Antónia Rodrigues
Tinha eu acabado de almoçar na Veneza Portuguesa, na companhia do meu colega Cmdt João Veiga, saímos do "Palhuça" na direcção do canal de S.Roque, quando este se lembra:
-Épá, tenho de te mostrar uma coisa, um dia deste vinha com o Chico numa destas ruas, e o Chico chamou-me a atenção para o nome da rua "Antónia Rodrigues".
E pergunta-me o Veiga, sabes quem foi Antónia Rodrigues?
Claro que a minha resposta foi negativa.
- Então pergunta-me, "quem foi Antónia Rodrigues?"
Claro que eu tive de perguntar "quem foi Antónia Rodrigues?
- Tava a ver que não perguntavas. Antónia Rodrigues, foi uma tipa que na época de 500, se vestiu de homem para poder embarcar numa nau (ganda maluca), tudo correu bem até ao momento em que um panilas a bordo se apaixonou por ela (que para si era ele), a farsa foi descoberta quando ela para se ver livre do panilas teve de se afirmar como mulher.
Posto isto, andámos ali ás voltas, mas não demos com a rua, e acabámos por desistir.
Hoje fui jantar ao "Palhuças", como não sabia bem onde ficava, era para ali numa transversal, mas lembrei-me que tinha a factura do almoço anterior, fui ver a morada á factura,
"Rua Antónia Rodrigues, nº28"
- Em Roma, sê romano
Saímos a bordo do NVV Veronique, com destino á baía de S .Jacint Sur La Mer, a fim de almoçarmos, eu, o Pedro, o Bolha e Veiga, atracámos num pontão que estava livre para o efeito, estando calor, o nosso Veiga manifestou o desejo de comprar uma t-Shirt, porque o seu pólo de manga comprida lhe estava a causar calor.
Ao que o Bolha se lembra que existe por ali uma loja de chineses, como tal devem vender disso.
Depois de encontrada a loja, foi a altura de escolher entre a cores disponíveis, só havia amarelo.
O Veiga perguntou ao proprietário quanto custava.
A resposta foi prontamente dada:
"tlés eulos"
O nosso Veiga viu logo uma oportunidade de praticar os seus dotes de poliglota, e do alto dos seus dois metros:
"tem pala o meu tlamanho?"
- Alhandra "A Real" ?
Ora andava eu pelas minhas andanças terráqueas ali para os interiores do país, quando de repente dou de caras com uma placa indicativa de que estava a entrar na povoação de "Alhandra", claro que soltei logo um ponto de exclamação, ou seja, um vulgar "fdasse", não resisti e tirei uma foto, como é sabido, a maquina fotográfica vai comigo sempre e agora até me deram uma que tem telefone.
Posto isto, á noite andava eu nas minhas andanças cybernáuticas, entra-me o JOQ, e pergunta-me?
- Já estás em Alhandra?
Não, mas ainda á pouco lá estive e já estou em Aveiro outra vez.
-Tás-me a baralhar.
Não tou nada, queres ver? Ao enviar a foto pelo msn perguntei se ele fazia ideia do que disse quando vi a placa, quase imediatamente soltou o mesmo ponto de exclamação.

- Fdasse!!!...
Pois, foi isso mesmo.
- Fuga aos Quartos de Navegação
Se atracarem num porto para descansar e á noite quiserem ir para a borga, nunca se esqueçam que quando sairem para o mar pesa sobre cada um dos membros da tripulação a responsabilidade do Quarto de vigia.
Desta vez recebi uma recomendação de um colega de navegação, que passo a citar:
"Vais na mesma, tens é que entrar no barco antes do amanhecer, se derem pela tua entrada, dizes que foste apanhar ar porque estavas mal disposto, claro que com a ressaca não vais aguentar o Quarto, pelo que vais continuar mal disposto e recolhes ao beliche, a restante tripulação faz o quarto por ti, não te preocupes".
Esta não digo de quem é, mas que o tipo saí muitas vezes para apanhar ar e recolhe outras tantas á enfermaria, essa é que é essa!
quarta-feira, 14 de abril de 2010
A malhar, é que a gente se entende
A bebida de cor escura efeverescente com pedras de gelo e limão, era da Marieke, que nestas coisas de dizer mal e malhar uns copos, não tem nada a ver como os dois da foto.
O Bolha, esse perdeu-se nas serranias de Montemor e só apareceu no outro dia ao almoço.
Ah, a foto foi deliberadamente e propositadamente usurpada e roubada do blogue "Mar adentro Ventosga", sei que foi uma acção má, muito má, mas ele fez o mesmo ao xarroco.
domingo, 11 de abril de 2010
I Festival Náutico Paralelo

Os gloriosos navegadores em terra
Se o fulô não vem ao festival, levamos o festival até ao Fulô
O Blue Dolfhins ainda durante a primeira parte do festival, no periodo A.S (antes da sesta)
Ao final da tarde o festival dervivou para a regata da ginginha, mas como a "Ginginha" tava fechada para descanso do pessoal e dos clientes, foi efectuada a pernada da regata da imperial.
Mais uma vez não tivemos qualquer tipo de apoio, nem ninguem a quem agradecer, a não ser o 28 que patrocinou com uma caixa de Kit Kat que sobrou do jogo dos juvenis, para ele vai o nosso agradecimento, inclusive pelo facto de o mesmo estar de ressaca e deste modo o seu consumo foi moderado.
A animação esteve a cargo do Grupo de solfejo e cantares amadores do Ribatejo Profundo e amantes da fataça na telha.
domingo, 4 de abril de 2010
O negócio dos submarinos
Foi montada um estaleiro secreto na vila ribatejana de Valada do Ribatejo, e surpreendemos este fim de semana uma dessas unidades ultra-secretas em teste de imersão.
Esta operação era tão secreta, tão secreta, tão secreta mesmo, que nem a autarquia sabia da sua existência, o submarino estava a ser construído dentro de um batelão abandonado na margem, há alguns (muitos) anos e que ninguém sabia a quem pertencia.
"Pensávamos que estavam era a desmantelar o batelão, mas como estavam a demorar tanto tempo, pensávamos que eram funcionários públicos pagos á hora e a recibo verde", comentavam alguns pescadores que por ali costumam apanhar umas fataças.
Ora aqui está a unidade ultra-secreta fotografada após um teste de imersão, o teste falhou devido á pouca profundidade do local escolhido para o efeito, e devido a esse facto está encalhado num cabeço d'areia, mesmo ali em frente á Ilha do Amaral, (o tal da "Medusa").
Qualquer semelhança com um batelão encalhado na margem Norte á vários anos, que por sua vez foi arrastado pelas águas do Tejo para o canal de acesso a Valada e "ninguém" sabe de quem é, é mera coincidencia.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Tratado de Aveiro (leia-se Ilhavo)
Objectivo: Divulgar a cultura "Morcónia e Moura, junto da cultura anfitriã dos ovos moles.
Programa:
Sábado, dia 1 de Maio
Largada de Leça, Povoa e Vila do Conde, ETD a definir pelos próprios
Saída da comitiva Mouro-Ribatejana, da Mui Nobre e real Vila d'Alhandra (em viatura auto-própria)
18h00m
ETA Ria de Aveiro, Porto de Abrigo da Caldeira do Forte
II Grande Recepção aos Morcões na Ria de Aveiro
20h00m
Largada deste Porto de Abrigo em Moliceiro para o Restaurante do CVCN (cerca de 1,5 milhas de mar aberto, ao estilo do (tenebroso) Mar da Palha)
Jantar e regresso no mesmo meio de transporte
Nota: para o caso de alteração anormal (?) do estado do Mar do canal de Mira, estão previstas duas menorkinas para o transporte e regresso.
Domingo dia 2 de Maio
09h00m
Visita ao Navio Museu Santo André
Nota: fica a menosde 200 m do Porto de Abrigo
12h00m
Largada para Aveiro com Regata de Petiscos
13h30
ETA Lota Velha
Prova e classificação dos petiscos confeccionados
16H00m
Assinatura do tratato
17h00m
Partida para o Norte e para o Sul dos internientes convidados
Sábado dia 8 de Maio
11h00m
Passeio de bicilcleta por Aveiro
Almoço livre
15h00m
Actividade Desportiva a definir (pe, Regata do pontão Sul para o Pontão Norte, à sirga)
17h 00m
Apresentação da candidatura do Mar do Canal de Mira, á categoria de "Mui Tenebroso"
21h00m
Grande Jantar de distribuição de prémios na Avela
Domingo dia 9 de Maio
Largada livre da rapaziada para o Norte
Animação:
-Associação Humanitária do Grupo de Moço Forcados Amadores de Ilhavo e Cantares do Solar da Boavista (Comissão Instaladora)
-Boavista Radio Controle (discos pedidos)
Apoios:
MAMA; Organizações Beiga, SA.
P.s: As receitas deste evento, reverterão a favor da comissão instaladora da associação de amigos do chouriço de Lanhelas.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
O Serviço Cívico
Levado á presença de um Juiz sob a acusação de várias infracções ao código da estrada, fixado o montante de coimas a pagar no valor aproximado de 600 euros, e não tendo este possibilidades de satisfazer os desejos da justiça, foi-lhe colocada a questão de cumprir serviço cívico numa instituição de solidariedade social ou de utilidade publica do concelho onde reside.
O Pedro colocou a hipotese de a pena ser cumprida na Secção Náutica do Alhandra Sporting Club, uma vez que fica perto da sua residência, (e até porque até passa lá os dias).
A sentença foi proferida:
O cidadão em questão, foi condenado a cumprir pena de trabalho comunitário, na Secção Náutica do Alhandra, 4 horas por dia, durante um mês.
Resta saber como o que é que o Pedro vai fazer nas outras 8 horas que passa lá por dia.
O clube, por acolher o condenado, recebe um subsidio de 6 euros diários.
Esta informação poderá ser útil a todos os sócios que tenham multas por pagar, a Secção agradece e depois é uma boa maneira de sair de casa sem ter de dar satisfações, "tenho de ir cumprir pena para a Secção".
Ora, não vem ninguém deste lado...
... deste também não...
... tira agora...
Quanto a mim, estou a pensar seriamente em mudar a minha morada fiscal, para "Real e Mui Nobre Marina d'Alhandra - Pontão C, embarcação "Volare", 2600 - 461 Alhandra, não vá o diabo tece-las e um dia ser condenado a prisão domiciliaria.
Ah, e o maluco sou eu!!!!!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Serviços
O Makito e o Chico do Cabo da Vila, primeiro trabalha-se, depois bebe-se
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Á vontade não é "á vontadinha"
Claro que a cavalo dado não se olha o dente, e para um cagaréu habituado a traineiras e bateiras, esta situação era ouro sobre azul.
O Robalinho depressa se habituou a esta qualidade de vida, (era o meu vizinho da frente), e quem o queria ver, era depois de uns copos no bar, atravessava para a marina e muitas vezes até dormia no quintal, de manhã antes do pequeno almoço acordava e dava uns mergulhos no rio, com água a 29º, seguido de um duche de mangueira, deste modo o seu "modus viventus" inverteu-se, em vez de dormir no barco do outro de vez em quando, de vez em quando dormia em casa (qual seu vizinho de tráz).
Tirando uma vez em que este foi acordado no poço ás 09 h da matina de sábado, pela brigada fiscal da GNR a pedir o imposto de selo, tendo este que acordar o armador (e não se acorda ninguém a um sábado de manhã, pior só a um domingo), de resto a vida seguia o seu rumo, na Mui Nobre e Real Marina d'Alhandra.
Até que um dia, o Robalinho, demorou-se mais um pouco, descuidou-se, diz, e já era depois d'almoço vem o feliz armador, proprietário de esbelta embarcação, de seu nome "Old Navy", com a sua famelga toda atráz, com o intuito de fazer um passeio vespertino, pôr do sol a navegar, etc.
Deparasse-lhe o cenário de ter a sua embarcação ocupada por um feliz casalinho, seja, o Robalinho tinha convidado a namorada para passar a noite a bordo e descuidou-se com as horas, nem se apercebeu que o Sol já ia alto, o Sol e os gritos do Calhau (armador), com a família toda assistir ao despejo do inquilino, tendo o transbordo dos pertences sido efectuado de kayak tipo "sit on top", directamente para a margem, não havendo direito sequer a atravessar os trapiches.
Claro que ainda hoje o "Robalinho" afirma que "posso ter abusado um bocadinho, mas ele meteu-me á vontade, eu até fazia parte da tripulação".
Claro que sim, entre dormir uma noite ou outra no barco, e morar a bordo, a diferença quase não se nota, e á vontade não é á vontadinha.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Sócio nº6 Sr. "Calhau"
Não foi fácil, a odisseia durava já à alguns anos, vende barco, sai de casa, volta para casa, não vende barco, compra casa, põe barco á venda, enfim.
Foi o próprio que me alertou para o facto de me estar a esquecer que face aos acontecimentos, ele já tinha ganho o direito a entrar para a M.A.M.A. mais não seja por "uso capião".
Deste modo damos as boas vindas ao nosso sócio meia dúzia.
Os episódios anteriores podem ser consultados nos links abaixo:
http://mamalhandra.blogspot.com/search?q=o+sindroma
http://mamalhandra.blogspot.com/search?q=a+saga+continua
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
"É prós apanhados?"
domingo, 17 de janeiro de 2010
Que ganda galo
O "nosso" Chico do Cabo da Vila, ou Chico do Galo
Mas podes ficar descansado, que a partir d'agora, todos os barbos que eu apanhar, levas as barbatanas e o rabo, são pequeninos e tá tudo aí, depois não queres que diga que tens muita manha nesse corpo.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
O investimento privado nautico n'Alhandra
Na foto, a embarcação a ser decorada com as cores do estabelecimento, sob o olhar experiente do também armador, empresário e acima de tudo companheiro de algumas cadelas devidamente patrocinadas e apoiadas pelo estabelecimento em causa.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Mensagem de Natal de Sua Brochelência
"Nesta quadra de Natal que é Natalicia, espero encontrar todos num clima de paz na companhia daqueles que mais gostam, que nesta noite não se esqueçam das vossas amantes que estão privadas da vossa companhia.
Que o ano novo vos traga muita alegria, nomeadamente na noite da passagem d'ano ao som dos Xutos e Pontapés junto á torre de Belem, terra que viu nascer o miudo mais molenga que eu conheço, ou tá nas palhas deitado ou nas palhas estendido, trabalhar é que não é com ele.
Vamos enfrentar o novo ano com esperança que o casamento entre homens não venha a ser obrigatório e que os paneleiros se entendam entre si e se amem uns aos outros.
Um bom ano para todos vós, que as vossas mulheres não fiquem viuvas e nunca se encontrem com as vossas amantes, apesar de se conhecerem."
Ass. O sobrinho do Bispo d'Ourem e Fátima
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Diário de Bordo 16-12-2009
Storm, Pica-Pau e o arzinho fresquinho na fuça
Depois de mostrar-mos aos tipos do posto nautico da terra a montante, vulgo VFX, de que fibra são feitos os marinheiros d'Alhandra, invertemos o rumo, debaixo de uma chuvinha fresquinha.
Claro que tive o todo o percurso em negociações para conseguir que o arrais Storm.73 largasse o leme, situação irredutivel que acabou assim que começou a chover.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Temos Armador
A fiscalização da C.M.V.F.Xira e o armador e a inspeccionarem a embarcação
A embarcação já entregue á sua Comandanta
Perguntá-mos ao armador se este investimento se destinava a substituir o "Eisenhower", ao que respondeu?
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Curso de Patrão d’Estaleiro
Acção a Desenvolver: Curso intensivo de Patrão d'estaleiro
Horas de formação: 2 horas e 15 minutos
Horário: Domingos das 10 ás 12h 30m.
Neste horário estão incluídos 15 minutos de intervalo, contemplando uma deslocação ao bar em fato de macaco branco descartável.
Condições de admissão:
- Haver efectuado pelo menos 4 visitas aos estaleiros no ultimo mês
- Ter amandado pelo menos meia dúzia de bitaques aos gajos dos barcos
- Comprovar ter sido mandado á merda outras meia dúzia de vezes
- Possuir ferramenta própria e pronta a ser emprestada a quem precisar
- Estar apto a aceitar a ferramenta de volta, seja qual for o seu estado de conservação
Matéria pedagógica:
- Aprender a martelar com todo o tipo de ferramenta á falta de martelo
- Arrancar parafusos com arranca pregos sem deixar estilhaços
- Fazer mistura de resina e conseguir aplicar antes de secar uma em três tentativas
- Como aplicar tinta anti-lismos (sem comprar)
- Limpar bicos das bisnagas de silicone ou outra merdaça do género
- Como utilizar o X-Acto para abrir a bisnaga de silicone no dia seguinte após não se ter limpo o bico
- Como devolver o X-Acto limpo e com 3 laminas a menos
- Limpar espátulas á martelada, após terem ficado empastadas de um ano para o outro
- Compreender o fenómeno da evaporação da acetona num recipiente aberto
- Desligar e usufruir correctamente da extensão eléctrica do vizinho.
Saber proferir correctamente e com convicção as frases:
- “Empresta aí, que eu já trago” (qualquer coisa)
- “Dispensa da tua, que depois dou-te da minha” (tinta anti-lismos)
- “Ajudas-me a mim, que eu depois ajudo-te a ti”
Após a formação e pagamento de almoço aos formadores, será passado um Certificado de Empresta Ferramentas com caracter vitalicio.
Estas acções de (de) formação encerram na Páscoa, a partir desta data serão abertas inscrições para Moço-Aprendiz d'estaleiro dando direito a Certificado de Crava Ferramentas, Silicones e derivados.
Posto isto, aguardamos a presença dos pretensos candidatos todos os Domingos no horário indicado.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Regulamento do futuro parqueamento
Mas isso de localização é apenas um pormenor, o que que a M.A.M.A. realmente pretende, é que quando chegar a altura devida, não haja duvidas no que respeita á utilização do espaço e respectivas regras a cumprir pelos utentes.
Parqueamento de Embarcações a Seco - Ante-Projecto de Regulamento
Artº 1 - Objectivo
Criar um espaço de utilidade particular onde os utentes paguem, não reclamem e enfim não bufem.
Artº 2 - Admissão
Só serão admitidos utentes após sua admissão em Assembleia Geral
Artº 3 - Obrigações dos utentes
Os utentes ficam obrigados a cumprir as determinações do concessionário, e principalmente ao pagamento de toda a área ocupada.
Artº 4 - Generalidades
a) - Área de ocupação
Consistirá na ocupada pela embarcação em planta, ou seja projecção horizontal, no caso de fazer sombra, esta não poderá ser utlilizada como local para almoço, sobre o pretexto de "almoçar á sombra".
Caso os utentes o pretendam fazer, o caso deverá ser colocado á consideração, com o minimo de 3 dias de antecedência, e caso a pretensão seja atendida, será debitado o espaço total ocupado pela respectiva sombra em fracções de meio dia.
b) - Ocupação de espaço vertical
Consiste na ocupação do espaço em cima da embarcação de objectos não especificados, tudo o que não tiver a ver com barcos, paga.
As embarcações auxiliares não poderão ser deixadas em cima da embarcação principal, sob pena de ser considerado ocupação de espaço vertical.
c) - Defensas, balaustradas, lemes, etc
Se deixados fora das embarcações ou passarem o limite da mesma, será efectuada uma prumada de modo a se quantificar o espaço ocupado.
d) Embarcações com patilhão rebativel
Deverá estar devidamente recolhido, so pena de ser debitado o espaço de alçado ocupado pelo mesmo.
Artº 4 - Casos omissos
Serão tratados de acordo com artº XII dos Estatutos da M.A.M.A.
Esperando deste modo ir de encontro a futuros casos que esperemos não se venham a registar.
Deixamo-vos com as palavras sábias de um dos nossos inspiradores:
"Nós não somos ditadores, mas as coisas ou são á nossa maneira, ou então não são"